Existe hoje uma grande polêmica em torno dos festejos juninos.
Muitos prefeitos alegam que o São João se tornou economicamente inviável diante de cachês milionários: artistas cobrando mais de dois milhões por um único show.
Talvez essa seja justamente a hora de repensar prioridades.
Valorizar a cultura nordestina é entender que o São João é a festa mais completa, simbólica e expressiva do nosso Nordeste e, sim, viável, inclusive economicamente, quando respeita sua essência.
O São João e o forró se confundem, e expressam a alma do nosso povo e revelam o nosso jeito de ser.
É por meio dessa festa que turistas do Brasil e do mundo vêm conhecer o Nordeste: nossa história, nossa cultura, nossa identidade.
Valorizar o São João e o forró é valorizar quem constrói essa tradição.
É reconhecer os fazedores dessa cultura que identifica a Bahia e todo o Nordeste.
E mais: valorizar a originalidade da festa junina é fazer uma celebração, ao mesmo tempo, mais bonita, mais autêntica e mais barata.
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