Rodrigo Vechi e Leonardo Miggiorin lançam duo “Nunca Pare de Sonhar” em homenagem a Gonzaguinha.

“Há trinta anos, Gonzaguinha partia dessa existência, vítima de um acidente automobilístico, em 29 de abril de 1991. Sua poesia reverbera até hoje e seus versos parecem escritos para esse momento. Fica aqui nossa homenagem, minha e de Leo Miggiorin, a esse compositor de quem somos eternos aprendizes” – explica Vechi.

 

Rodrigo Vechi e Leonardo Miggiorin são amigos e parceiros há tempos.  Já trabalharam juntos na cena teatral paulistana e durante a pandemia gravaram outros dois duetos “Tudo com você” (Lulu Santos) e “Divino Maravilhoso” (Gilberto Gil e Caetano Veloso).

 

“Rodrigo Vechi é um grande artista, um cara extremamente culto, interessado. Trabalhamos juntos em uma montagem de teatro, ele fez os arranjos para algumas letras do Bertold Brecht em “Aquele que Diz Sim, Aquele que Diz Não”. Por uma feliz coincidência, é meu vizinho e isso nos permite ter mais acesso durante a quarentena. A gente acaba trocando muito, criando junto, se exercitando junto. Eu gosto muito de estudar com ele, é uma pessoa que admiro demais” – declara Miggiorin

 

“Para não ter medo que esse tempo vai passar. Não se desespere e nem pare de sonhar. Nunca se entregue, nasça sempre com as manhãs. Fé na vida, fé no homem, fé no que virá.” (Gonzaguinha).

 

O duo “Nunca pare de Sonhar” com Rodrigo Vechi e Leonardo Miggiorin  pode ser visto através do link: https://www.youtube.com/watch?v=d_B6K6cTyTk. Outros duetos com clássicos da música nacional e internacional, também estão disponíveis no canal.

 

 

SOBRE RODRIGO VECHI

 

 

Rodrigo Vechi é ator, pianista, arranjador, escritor, diretor, produtor e iluminador. Formado pela A4ct Performing Arts, encabeçou durante 17 anos as atividades do grupo de Arte Alina Lamparina, em Santa Catarina, movimentando a cena artística do Vale do Itajaí.

 

Em 1999, dirigiu seu primeiro musical: “Ciranda Cirandinha”, com roteiro próprio e músicas do cancioneiro popular. Em 2000 dirigiu “Vitrines” e em 2001 “Quadrilhas”, baseado no poema homônimo de Drummond. A partir daí, coleciona projetos importantes no teatro como:  “Alguém na Multidão” (2003), “Qualquer Palavra” (2003), “Ópera do Malandro” (2004), “Oração Reloaded” (2005), “Léo e Bia” (2006), “Dias Melhores Virão” (2007), “Um Vestido e um Amor” (2007), “Saltimbancos” (2008), “Tantas Palavras” (2009), “Rádio Almanaque” (2010), “A Volta do Malandro” (2011), “Trinta Moedas” (2012),  “Dias Melhores” (2013) e para comemorar os 15 anos de atividades do grupo um revival de “Quadrilha” e outro de “Oração ao Tempo”, em 2014.

 

Já na cena artística paulistana participou como ator do musical “Godspell” (2015), “Across the Universe” (2016), “Urinal” (2016), com direção de Vivi Mori, “Pavilhão G” (2017), “Comitiva Esperança” (2018), “Leão Coragem” (2018) e assinou a direção musical do espetáculo “Aquele que Diz Sim, Aquele que Diz Não”, dirigido por Leonardo Miggiorin. Em 2019, assinou os arranjos do musical “O Jardim da Meia Noite”, com trilha original composta por Márcio Guimarães.

 

 

SOBRE LEONARDO MIGGIORIN

 

Leonardo Miggiorin tem formação em Canto e Dança e é graduado em Psicologia. Atualmente estuda Cinema na Academia Internacional de Cinema e faz pós-graduação em Psicodrama. Iniciou a carreira no teatro aos 12 anos e na TV aos 17 anos, no infantil “Flora Encantada”, da Rede Globo. De lá pra cá, participou de muitos projetos na emissora: a minissérie “Presença de Anita” (2001), onde ganhou notoriedade nacional, “Senhora do Destino” (2005), “Cobras e Lagartos” (2006), “Viver a Vida” (2009) e “Insensato Coração”(2011). Na Record TV participou de “Os 10 Mandamentos” (2016) ,“A Terra Prometida”  (2016) e “Jezabel” (2019).

 

Inquieto e ávido por novos desafios, Miggiorin participou ainda, dos Realitys Saltibum (Globo) e Dancing Brasil (Record). No Cinema, atuou em produções como: “Condado Macabro”, “Colegas”, “Em nome do Pai” e “Nova Amsterdam”. E no teatro de montagens como: “La Mamma”, “O Ovo de Ouro”, “Grande Sertão Veredas”, “A Bicicleta de Papel” e “Não Se Mate”, que conta com texto e direção de Giovani Tozi

 

FONTE  –

@lulealnews

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Sobre Shah Moises 1988 Artigos
Cineasta, editor, e produtor cultural.
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