Projeto de lei na Alerj propõe fundo específico para financiar políticas públicas para pessoas neurodivergentes no RJ

 

Rio de Janeiro — A Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) começou a analisar o Projeto de Lei Complementar nº 64/2026, que cria o Fundo Estadual de Assistência e Desenvolvimento Integral da Pessoa Neurodivergente (Funadin). A proposta visa garantir uma fonte de financiamento permanente para o custeio de programas de inclusão, educação, autonomia, trabalho e saúde voltados a esse público, cobrindo todas as etapas da vida, da infância à velhice.

A iniciativa é de autoria conjunta dos deputados Carla Machado (PSD), Luiz Paulo (PSD) e Vitor Junior (PDT). O texto abrange pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA), Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH), transtornos do desenvolvimento intelectual, da aprendizagem, da linguagem e do movimento, além de outras condições correlatas. O projeto já iniciou sua tramitação formal no Parlamento fluminense e passará pela análise das comissões de Constituição e Justiça; Legislação Constitucional Complementar e Códigos; Pessoa com Deficiência; e Orçamento, Finanças, Fiscalização Financeira e Controle.

Pela proposta do Funadin, os recursos arrecadados pelo fundo serão destinados à implantação e ampliação de centros de atendimento multiprofissional, serviços de apoio, centros-dia, moradias inclusivas e residências assistidas. Além disso, a verba servirá para financiar ações de diagnóstico e intervenção precoces, bem como o desenvolvimento e a aquisição de tecnologias assistivas e recursos de acessibilidade e comunicação aumentativa e alternativa.

Conclusão

A criação do Funadin representa um avanço institucional crucial para consolidar as políticas de neurodiversidade como compromissos permanentes de Estado no Rio de Janeiro, e não apenas ações governamentais passageiras. Ao carimbar uma fonte de financiamento específica para essa população, o projeto ataca o principal gargalo das políticas públicas sociais: a falta de orçamento garantido. Se convertida em lei, a medida dará sustentabilidade financeira para transformar direitos previstos na legislação em estruturas reais de acolhimento, da infância à vida adulta. Por podcast edinhotaon Edno Mariano

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Sobre Luzia Moraes 6.145 Artigos
Luzia Moraes é produtora cultural, ativista humanitária e escritora, formada em Comunicação Social. Já produziu festivais gastronômicos, exposições de fotografia e artes plásticas, eventos em quase todo o Brasil. No exterior participou de projetos importantes em Portugal, Estados Unidos, França, Suíça, Áustria, Alemanha, Espanha, Itália e Bélgica. Em 2012, foi considerada pelo Portal GI (globo.com) como uma das mulheres de destaque no cenário cultural baiano. Desfilou como “destaque” no carro alegórico da escola de samba “Portela” no Rio de Janeiro, em homenagem à Bahia (2012) e em 2014 na escola Mocidade Alegre, em São Paulo, no 4 carro alegórico. No socioambiental já participou de campanhas importantes como: "Vote Cataratas do Iguaçu", "Dia da Amazônia", “Abrace a Vida”, “Maraú Social”, “Outubro Rosa”, “Instituto Sangue é Vida”, “Natal Sem Fome”, "Vermelho Bahia", *Perspectivas em Movimento*, “Carnaval Sem Fome”, "Balaio Verde" e ”Pedophilia No World”. Foi *madrinhas* durante dois anos da Campanha *Mc Dia Feliz* pela unidade McDonald's de Villas do Atlântico. Entre as muitas homenagens, Luzia virou nome de pratos de drinks em renomados e premiados bares e restaurantes de Salvador,
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