Sobe para 494 o número de mortos por graves enchentes no Himalaia; mais de 1,5 mil seguem desaparecidos

 

O número de vítimas fatais das graves enchentes que atingiram a região do Himalaia, no Nepal e no Tibete (China), subiu para 494 nesta sexta-feira (28). As equipes de emergência mantêm buscas intensas por mais de 1,5 mil pessoas desaparecidas após o avanço violento de água, lama e detritos registrado na última quarta-feira (26). A Polícia do Nepal confirmou o resgate de 489 corpos no país até o meio-dia de sexta-feira, enquanto no lado chinês da fronteira, no Tibete, a emissora estatal CCTV contabilizou cinco mortes. Imagens da tragédia mostram a enxurrada alcançando prédios e veículos com extrema velocidade, enquanto a destruição total de comunidades dificulta a estimativa exata de habitantes atingidos.

Infraestrutura devastada compromete operações de resgate
A destruição da infraestrutura local tornou-se o maior entrave para o trabalho dos socorristas. A enchente, provocada pelo provável colapso de uma geleira na montanha Langtang Lirung — de mais de 7 mil metros de altitude —, percorreu cerca de 168 quilômetros. Ao longo do trajeto, o fluxo destruiu cerca de 70 pontes, danificou mais de 40 quilômetros de estradas e atingiu uma usina hidrelétrica. Com os acessos terrestres cortados e vilarejos montanhosos isolados, os resgates dependem quase exclusivamente do uso de helicópteros e do avanço a pé por terrenos acidentados.

Conclusão

A tragédia no Himalaia evidencia a extrema vulnerabilidade das comunidades montanhosas diante de eventos naturais de grande escala. Além do custo humano avassalador, a destruição quase total da infraestrutura local transforma a busca por sobreviventes em uma corrida contra o tempo. O provável colapso da geleira no Langtang Lirung acende, mais uma vez, um alerta global sobre a instabilidade ambiental nas regiões de alta altitude e a urgência de sistemas de prevenção e resposta rápida em áreas de risco. Por podcast edinhotaon/ Edno Mariano

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Sobre Luzia Moraes 5.756 Artigos
Luzia Moraes é produtora cultural, ativista humanitária e escritora, formada em Comunicação Social. Já produziu festivais gastronômicos, exposições de fotografia e artes plásticas, eventos em quase todo o Brasil. No exterior participou de projetos importantes em Portugal, Estados Unidos, França, Suíça, Áustria, Alemanha, Espanha, Itália e Bélgica. Em 2012, foi considerada pelo Portal GI (globo.com) como uma das mulheres de destaque no cenário cultural baiano. Desfilou como “destaque” no carro alegórico da escola de samba “Portela” no Rio de Janeiro, em homenagem à Bahia (2012) e em 2014 na escola Mocidade Alegre, em São Paulo, no 4 carro alegórico. No socioambiental já participou de campanhas importantes como: "Vote Cataratas do Iguaçu", "Dia da Amazônia", “Abrace a Vida”, “Maraú Social”, “Outubro Rosa”, “Instituto Sangue é Vida”, “Natal Sem Fome”, "Vermelho Bahia", *Perspectivas em Movimento*, “Carnaval Sem Fome”, "Balaio Verde" e ”Pedophilia No World”. Foi *madrinhas* durante dois anos da Campanha *Mc Dia Feliz* pela unidade McDonald's de Villas do Atlântico. Entre as muitas homenagens, Luzia virou nome de pratos de drinks em renomados e premiados bares e restaurantes de Salvador,
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